Ginecomastia: você treina, faz dieta, mas o volume das mamas continua?
Entenda por que o aumento das mamas masculinas nem sempre desaparece com exercícios físicos e como a cirurgia pode ajudar a recuperar o contorno do tórax.
Você frequenta a academia, cuida da alimentação, perde gordura e desenvolve a musculatura do peitoral. Mesmo assim, quando tira a camisa, continua incomodado com o volume das mamas?
Essa situação é mais comum do que parece. Muitos homens passam anos tentando eliminar o volume da região peitoral com musculação, exercícios aeróbicos e dietas, sem conseguir o resultado esperado.
O motivo pode ser a ginecomastia.
Por que a ginecomastia não desaparece com a academia?
A ginecomastia é caracterizada pelo aumento do tecido glandular das mamas masculinas. Diferentemente da gordura corporal, esse tecido não desaparece simplesmente com o emagrecimento ou o fortalecimento muscular.
É possível ter um corpo atlético, baixo percentual de gordura e músculos peitorais desenvolvidos e, ainda assim, apresentar ginecomastia.
Em outros casos, existe uma associação entre o aumento da glândula mamária e o acúmulo de gordura na região, conhecida como ginecomastia mista.
Por isso, antes de insistir em novos exercícios ou dietas, é importante identificar a verdadeira causa do aumento das mamas.
A cirurgia de ginecomastia pode mudar o contorno do tórax
O tratamento cirúrgico tem como objetivo retirar o tecido glandular aumentado e, quando necessário, eliminar o excesso de gordura por meio da lipoaspiração.
A combinação dessas técnicas permite remodelar a região peitoral, buscando um tórax mais plano, proporcional e com contornos masculinos naturais.
Nos casos mais leves, a cirurgia pode ser realizada por uma pequena incisão na borda inferior da aréola, associada ou não à lipoaspiração. Quando existe excesso importante de pele, podem ser necessárias técnicas adicionais e cicatrizes mais extensas.
Cada paciente apresenta características anatômicas próprias. Por isso, o planejamento cirúrgico deve considerar o tamanho da glândula, a quantidade de gordura, a elasticidade da pele e o resultado que se pretende alcançar.
Muito além da aparência: o incômodo de conviver com a ginecomastia
Para alguns homens, o volume das mamas é apenas uma característica física. Para outros, representa um desconforto que interfere na escolha das roupas, na prática de esportes e em situações simples, como frequentar uma piscina ou uma praia.
É comum que pacientes procurem a cirurgia depois de anos evitando camisetas mais ajustadas ou situações em que precisam tirar a camisa.
A decisão de operar é individual. O importante é saber que existem alternativas de tratamento e compreender quais resultados são possíveis em cada caso.
Como é a recuperação da cirurgia?
O período de recuperação depende da extensão da cirurgia e das técnicas utilizadas.
Geralmente, são necessários cuidados com os curativos, uso de malha compressiva quando indicada e afastamento temporário da musculação e de outras atividades físicas intensas.
O inchaço diminui progressivamente, e o contorno definitivo do tórax torna-se mais evidente ao longo dos meses.
Como qualquer procedimento cirúrgico, a correção da ginecomastia apresenta riscos, incluindo hematomas, seromas, alterações de sensibilidade, assimetrias e irregularidades de contorno. Esses aspectos devem ser discutidos durante a consulta.
Você já tentou emagrecer e desenvolver o peitoral. E se o problema não for gordura?
Se o volume das suas mamas permanece praticamente inalterado apesar da academia e da dieta, talvez o problema não esteja na intensidade dos seus treinos.
A avaliação com um cirurgião plástico permite identificar se existe aumento da glândula mamária, acúmulo de gordura ou associação das duas condições.
A cirurgia de ginecomastia pode ser uma alternativa para homens que desejam corrigir o aumento persistente das mamas e conquistar um contorno peitoral mais definido.
Se você já viu os resultados apresentados em nosso site e deseja saber o que é possível no seu caso, agende uma consulta. Durante a avaliação, será possível esclarecer suas dúvidas, conhecer as técnicas disponíveis e discutir as cicatrizes, os riscos e os resultados esperados.
Dr. Juldásio Galdino de Oliveira Junior Cirurgião Plástico — Brasília/DF Membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica
CRM-DF 13.824 – RQE 9.009